We probably should get some therapy…

Andei a pensar nisto durante algum tempo, o que me levou a esta conclusão: era benéfico, para a minha saúde mental (e da Amber também) que fizessemos terapia. A sério, era a melhor coisa que poderíamos fazer para ultrapassar esta obsessão por tudo o que tem a ver com o Twilight e o Pattinson. Nós éramos miúdas normais até há bem pouco tempo!! LOL n789400206_2467188_2392

Não somos obsecadas ao ponto de apanharmos um avião e ir visitar Forks (embora a vontade seja essa…), nem comprámos o Little Edward (embora tenha ficado 15 minutos a observá-lo na Fnac), nem vimos o filme vezes sem conta (embora ligue o leitor de dvd e depois apague, em gesto de arrependimento…), nem andamos constantemente a pensar nisso (embora cada vez que chove ou faz frio, enviemos mensagens uma à outra do tipo “this is sooooo Forks :D”, completamente histéricas…). Não somos obsecadas ao ponto de seguir o pobre do Pattinson para todo o lado (será que contam as horas e horas que ficamos em frente ao pc a ver fotografias, a ler artigos e a ver entrevistas?!?…), nem sequer temos ciúmes das pessoas que se aproximam dele (embora quando nos deparámos com a cena de Little Ashes, as náuseas tenham sido uma constante…).

Não somos obsecadas ao ponto de, se o vissemos, gritar em plenos pulmões “ROBERT, AAAAHHHHH” (ficaríamos sem pinga de sangue – ahahah – e não saíria uma só palavra…), nem quereríamos agarrá-lo (embora sonhemos com isso…), nem queremos comprar um shiny Volvo C30 (embora de cada vez que veja um, envie um sms à Amber a dizer “shiny volvo, shiny volvo!!“, como se ficasse com um parafuso a menos, ainda que momentaneamente…). Ah!, e quando soube do concurso Volvo drive challenge, também não fiquei obsecada com isso (embora por 30 minutos tenha traçado um plano infalível para participar, mas ao fim desses 30 minutos compreendi que não: eu não tenho a carta!!… lol Se tivesse aposto que conseguia chegar a Itália antes dele partir para os MTV Movie Awards… 😉 ).

Não, nós não somos obsecadas a esse ponto. Mas, temos consciência de que se vivessemos nos EUA, ou simplesmente em Inglaterra, as coisas talvez fossem um bocadinho diferentes. O nosso problema, portanto, não é tanto a parte física (aquilo que poderíamos fazer se ele estivesse aqui ou vice-versa), mas sim a parte psicológica: precisamos de uma intervenção. Divina. 😐

Fizemos um blog sobre um rapaz (sim, abaixo dos 25 são rapazes) que fez um filme de feiticeiros e um de vampiros; que veste sempre a mesma roupa e tem um cabelo com vida própria; que fuma tanto quanto eu fumava há  anos (o que é grave); que tem quase sempre um olhar perdido e confuso; que canta como se estivesse a chorar; que vive cada personagem como se não houvesse amanhã. Gostar do Harry Potter é uma coisa. Gostar de vampiros é outra completamente diferente.

E, foi quando a minha mãe decidiu inteirar-se do assunto e ver uma reportagem sobre o tema e dizer “ai que giro, anda tudo maluco com isto??“, foi aí que eu pensei… We need that intervention. Right away!

Stupid-lamb

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